O Cineclube Zero 3 inicia ciclo Almodóvar com Volver.

O Zero 3 inicia seu primeiro ciclo temático do ano nesse sábado. Dedicando o mês para analisar e debater a filmografia do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, o cineclube abre as exibições com a produção de 2005, Volver que deu a Penélope Cruz e elenco, a Palma de Ouro em Cannes e ainda uma indicação ao Oscar. O filme é a história de uma mãe (Cruz) que após encontrar seu marido morto pela filha, sai em fuga para o interior da Espanha para encontrar sua família. A sessão ocorre dia 05 às 15h no auditório do Centro de Artes (Alberto Rosa, 62). A entrada é gratuita e as senhas podem ser retiradas meia hora antes da exibição no saguão do Centro.

Acompanhe o Zero 3 pelo facebook também: http://facebook.com/zero3cineclube.

Cartaz Versão Volver

Cartaz com a programação completa do ciclo Almodóvar.

Bad Bitch estreia hoje em Pelotas

546813_197703693678802_197678740347964_315997_506854264_nReferências à cultura pop contribuíram para que o cineasta Quentin Tarantino fosse conhecido como um reprodutor de imagens. Por muitos é considerado um plagiador e oportunista, mas por outros tem seu trabalho comparado ao de um gênio. A grande sacada é promover uma reciclagem fílmica combinando material já produzido com elementos novos e até mesmo originais. Dois estudantes do sétimo semestre do curso de Cinema da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) encabeçaram a realização de um curta-metragem que trabalha com essa proposta de Tarantino e, assim, utilizaram uma bagagem cinematográfica própria para homenagear outros filmes em Bad bitch, produção pelotense que estreia quinta-feira com duas sessões no Cine Art. Confesso admirador de Tarantino, o diretor e roteirista de Bad bitch, Felipe Tapia, explica que a ideia de seu filme partiu de duas premissas: queria filmar uma história onde três garotas fazem algo errado e, somado a isso, utilizar referências aos filmes que mais gosta. Segundo ele, o público provavelmente vai identificar cenas semelhantes às de produções populares, como Cães de aluguel, mas a homenagem ao filme B Faster, Pussycat! Kill! Kill!, por exemplo, será mais difícil. Para poucos. Serviço O quê: estreia do curta-metragem Bad bitch

Onde: Cine Art, na rua Andrade Neves, 1.934 – Shopping Calçadão
Quando: quinta-feira, em duas sessões: 20h e 20h40min
Ingressos: retirados com a equipe Entrada franca Confira a matéria completa, com a sinopse do filme e detalhes da produção, na edição impressa do Diário Popular de segunda-feira (30).

Por: Max Cirne
Fonte: diariopopular.com.br

Diversidade em Animação começa nessa sexta no Rio de Janeiro

Nessa sexta-feira no Rio de Janeiro inicia a quarta edição do DIV.A – Diversidade em Animação, festival brasileiro de animação focado na exibição e premiação dos melhores filmes de animação LGBT de todo o mundo. Fechando as atividades somente no dia 13 de maio de 2012 e exceto dias 7 e 8, com sessões sempre às 15h30, 17h, 18h30 e 20h no Cine Cultural Justiça Federal, Rio de Janeiro.

São 56 filmes de animação, brasileiros e estrangeiros participando desta quarta edição. A categoria competitiva internacional reúne 22 animações que estreiam no Brasil e serão analisadas por três tipos de jurados (popular, técnico e do festival). As melhores animações serão anunciadas e exibidas no dia 13 de maio, último dia do festival, nas sessões de 18h30 e 20h.

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DIV.A também é ponto de encontro de profissionais do cinema de animação. No dia 05 de maio, sábado, 15h30, no Cine Cultural Justiça Federal, o festival apresentará o debate “Futuro do Cinema de Animação LGBT no Brasil” com os animadores Alan Nóbrega (Brasil), Luciano Figueiredo (Brasil), Mauricio Marins (Brasil) Santiago Rojas (Equador), Xavier Zúñiga (Equador) e outros convidados. E a animação continua no DIV.A A FESTA com projeções de animações flamejantes sincronizadas com os hits internacionais das pistas mais livres e brilhantes do mundo.

Este festival é realizado pra quem adora o cinema internacional de animação e acredita que todas as pessoas, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero, devam apreciar toda a gama de direitos humanos, sem exceção.

Fonte: De Olho Nelas

A Filha do Advogado no Santander Cultural

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Para quem está em Porto Alegre e logo, não poderá estar presente na nossa sessão de O Céu Sobre os Ombros, o projeto Encontros com o cinema silencioso brasileiro que contou com 10 sessões em 2011 está retornando ao Santander Cultural.
Foram exibidos 22 títulos, correspondentes a filmes completos ou fragmentos de filmes produzidos no Brasil entre 1913 e 1932, ano passado.
Por essas razões, e pelos organizadores -Alice Trusz e Glênio Póvoas – acreditarem na importância de continuar divulgando, discutindo e aprofundando conhecimentos sobre o raro e precioso acervo do cinema brasileiro silencioso preservado, será dada continuidade ao projeto em 2012.
O primeiro encontro acontecerá no próximo sábado, 28 de abril, a partir das 15 horas, no Cine Santander, do Santander Cultural.
Desta vez, será A Filha do Advogado, produção ficcional de Recife/PE do ano de 1926 e colorida.

A FILHA DO ADVOGADO
Brasil, 1926, 35 mm, pb com tingimento, 79 min

O advogado Dr. Paulo Aragão, antes de seguir para a Europa, conta seu segredo ao amigo jornalista Lúcio: tem uma filha natural, Heloisa, que vive com a mãe, Lucinda, numa casa da fazenda. Lúcio fica com a incumbência de providenciar a mudança delas para o Recife. Lúcio entra em contato com Heloisa e sua mãe. Heloisa e Lúcio começam discreto namoro, observados por Gerôncio, o criado. Helvécio, único filho legítimo do Dr. Paulo, é um Dom Juan e vive seus dias de farrista. Heloisa e a mãe, já na cidade, conhecem Helvécio numa festa. Ele corteja Heloisa. Depois da missa, Heloisa e a mãe vão visitar amigas vizinhas. Num dos quartos da casa, encontra Helvécio, que tenta agarrá-la. Ela resiste. Pega uma arma que lhe fora dada pelo pai e atira. Helvécio cai. Gerôncio, que a tudo assistia pelo buraco da fechadura, sai correndo para chamar a polícia. Heloisa é presa. Helvécio morre. Lúcio escreve para Dr. Paulo, lhe informando sobre a situação de sua filha. Surge Henry Valentin, um advogado que se oferece para defender Heloisa.

Direção: Jota Soares. Roteiro: Ary Severo, sobre a novela de Costa Monteiro. Fotografia: Edison Chagas. Elenco: Jota Soares (Helvécio Aragão), Guiomar Teixeira (Heloísa Correia), Euclides Jardim (Lúcio Novais), Norberto Teixeira (Dr. Paulo Aragão), Olíria Salgado (Antonieta Bergamini). Companhia Produtora: Aurora-Film (Recife PE).

Após a exibição, grupo de posquisadores e interessados inicia uma troca de opiniões, informações e estudos sobre o programa.
A entrada é franca e aberta aos interessados em aprofundar conhecimentos sobre a história do cinema brasileiro.

Vencedor da enquete – Ciclo de maio: Pedro Almodóvar

Por um voto, o diretor espanhol ganhou a enquete do primeiro ciclo de 2012 do cineclube. Agradecemos a todos que votaram e aguardamos todos no ciclo que inicia no próximo dia 4 de maio com Tudo Sobre Minha Mãe e segue durante todos os sábados do mês com: Má Educação, Volver e A Pele que Habito. Imperdível a oportunidade de discutir a obra de Almodóvar!

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E não esqueça, nesse sábado (dia 28) é nossa sessão especial em parceria com a Vitrine Filmes para a exibição de O Céu Sobre os Ombros. A partir das 15h30 no auditório do Centro de Artes. Entrada gratuita.

O Céu Sobre os Ombros será exibido no Cineclube Zero 3.

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Everlyn Barbin é uma transexual que é prostituta e também ministra cursos de sexualidade como professora. Murari Krishna é integrante do movimento Hare Krishna, trabalha com telemarketing e é torcedor do Atlético Mineiro. Edjucu Lwei Moio é um escritor que escreveu vários livros, mas que nunca chegou à conclusão de nenhum e vive às custas da mãe e da mulher. O que essas pessoas, com histórias tão diferenciadas têm em comum? Os três são personagens do próximo filme a ser exibido pelo Cineclube Zero 3.

O Céu Sobre os Ombros, dirigido por Sérgio Borges, traz essas três histórias reais, mas que parecem criadas por um roteirista. Durante o filme, o espectador é levado a presenciar tanto situações cotidianas dessas pessoas ‘comuns’, quanto momentos encenados. Aqui, realidade e ficção andam juntas, criando uma atmosfera em que não é possível traçar um limite entre o que é documental (tomado como verdade) e o que é inventado.

Além disso, o filme foi realizado pelo Coletivo Teia: um grupo de seis integrantes, entre eles o diretor, que desde 2003 pesquisam e produzem diversos filmes, vídeos, instalações de maneira colaborativa, envolvendo todo o grupo e convidados de fora. O coletivo toma a linguagem audiovisual contemporânea como objeto de estudo, e faz uma reflexão acerca de novas formas de criação audiovisual.

O Céu Sobre os Ombros é um exemplo desse pensar linguagem. O filme experimenta com as formas narrativas, mistura documentário e ficção, trabalha com um roteiro diferenciado. As atuações, realizadas por não atores, fogem do convencional e mostram pessoas com medos e desejos inerentes a todo ser humano, que vive num contexto em que a própria existência é tão densa, conflitante, que chega a pesar sobre os ombros. Mas o que Everlyn, Murari e Edjucu têm em comum é a vontade de sobreviver nesse contexto, serem amados, reconhecidos pela sua dedicação, e isso lhes confere esperança e serve de estímulo para continuar lutando no dia a dia.

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O filme será exibido no próximo sábado, dia 28 de abril, no Auditório do Centro de Artes (Alberto Rosa, 62), a partir das 15h30. A sessão ocorre em parceria com a distribuidora Vitrine Filmes e a entrada é gratuita.

O primeiro ciclo do ano é você quem escolhe!

Depois de um ano de atividades focadas em ciclos, o cineclube iniciou suas atividades esse ano com o filme argentino Medianeras e dá sequência no próximo dia 28 com o brasileiro, O Céu Sobre os Ombros. Muitos devem estar pensando: “E os ciclos?” Praticamente uma marca do projeto no ano passado de um ciclo a cada mês e a oportunidade de dialogar a respeito de movimentos e escolas cinematográficas, gêneros, diretores, países e por aí vai.

Os ciclos então, finalmente, retornam ao cineclube e dessa vez a gente quer que o público (você!) escolha. São duas opções, dois cineastas com um grande histórico e que se destacaram consideravelmente no ano passado: o espanhol Pedro Almodóvar e o norte-americano Woody Allen. Abaixo você confere as opções de filmes dos ciclos e claro, vota!

OPÇÃO 1: PEDRO ALMODÓVAR

05/05 – Tudo Sobre Minha Mãe
12/05 – Má Educação
19/05 – Volver
26/05 – A Pele Que Habito

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05/05 – O Dorminhoco
12/05 – Zelig
19/05 – Memórias
26/05 – Neblina e Sombras
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Cineclube retorna!

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O Zero 3 retorna nesse mês de março, dia 31 (sábado), com suas atividades. Nesse ano muitas surpresas aguardam o público cinéfilo pelotense. A sessão de abertura é com o filme argentino vencedor do Festival de Gramado em 2011 e selecionado para diversos outros festivais e mostras ao redor do globo: Medianeras – Buenos Aires na Era do Amor Virtual. As atividades do projeto se prolongam ao restante do ano e em abril inicia-se um novo ciclo temático. Em breve maiores informações! Até!

Recesso

O cineclube entra em recesso de suas atividades. Agradecemos a participação de todos que foram em nossas sessões durante o ano e/ou colaboraram de alguma forma para o crescimento do projeto. Deixamos aqui um Feliz Natal e próspero 2012. Retornamos ainda no primeiro trimestre do próximo ano com muitas novidades. Até lá!

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Dezembro no cineclube: Além da Estrada, de Charly Braun

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Encerrando as atividades do cineclube em 2011, exibiremos no próximo sábado (dia 3) em parceria com a Vitrine Filmes: Além da Estrada, de Charly Braun. Chegando a 14 semanas em cartaz no país, o filme conta a história de Santiago, um argentino sem perspectivas e próximo de seus trinta anos que decide ir ao Uruguai conhecer um terreno deixado por seus pais, mortos tragicamente alguns anos antes. Na chegada, ele encontra Juliette, uma jovem belga em busca de um amor do passado e de uma nova vida. O que parecia ser uma simples carona acaba se transformando em uma breve, porém intensa, jornada. No elenco: Esteban Feune de Colombi, Jill Mulleady e Guilhermina Guinle. Participações especiais de Gonzalo Torres, Tina Malia e Naomi Campbell. Na trilha sonora: Donovan, Radiohead e Sigur Rós.

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A sessão ocorrerá sábado (03/12) no auditório do Centro de Artes e a entrada, como sempre, é gratuita. Imperdível!